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Beatriz Saboya foi a pioneira
no Brasil na metodologia de tratamento de bebês
de risco em sistema de follow-up. Em 1984 divulgou na
Europa, no VI Congrés International de Psychomotricité,
o método e os resultados obtidos com crianças
portadoras de sintomatologia negativa. ( ver nos artigos
)
O Comitê de Follow-up da SOPERJ (Sociedade de Pediatria
do Estado do Rio de Janeiro) sugere o acompanhamento dos
recém-nascidos com as seguintes condições
de risco:
1. Asfixia Perinatal;
2. Apgar < ou = 4 no 5º minuto de vida;
3. Clínica ou alteração laboratorial
compatível com síndrome hipóxica-isquêmica;
4. Parada cardio-respiratória documentada, com
necessidade de reanimação e mediação;
5. Apnéias repetidas;
6. Prematuro: com Peso de Nascimento ou < 1.500grs
ou com Idade Gestacional < ou = 33 semanas
7. Problemas Neurológicos;
8. Clínica neurológica: alterações
tônicas, irritabilidade, choro persistente, abalos;
9. Convulsão, equivalentes convulsivos ou uso de
drogas anticonvulsivantes;
10. Hemorragia intracerebral (documentada por USTF);
11. Meningite neonatal;
12. Pequeno para idade gestacional (abaixo de 2 DP);
13. Hiperbilirrubinemia (com níveis para exsanguineotransfusão);
14. Policitemia Sintomática;
15. Hipoglicemia Sintomática;
16. Uso de Ventilação Mecânica ou
O2 com concentrações > 40%;
17. Infecções Congênitas;
18. Malformações Congênitas e Síndromes
Genéticas. |
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